Material de Referência

Guia do Plano Municipal
de Saúde

2026 - 2029

Estrutura, ferramentas de decisão e fluxo integrado do planejamento do SUS para equipes técnicas, grupos de trabalho e conselheiros de saúde.

Assessoramento Akapu Saúde

Sumário

  1. O que é o Plano Municipal de Saúde
  2. Estrutura do PMS
  3. Análise de Situação de Saúde (ASIS)
  4. Ferramentas de decisão
  5. Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores (DOMI)
  6. Monitoramento e Avaliação
  7. Plano de Ação - 5W2H
  8. Governança e controle social
  9. Compatibilização orçamentária
  10. Como as peças se conectam
  11. Publicação no DGMP
  12. Políticas nacionais obrigatórias
  13. Glossário

1. O que é o Plano Municipal de Saúde

O PMS é o instrumento central de planejamento do SUS no município. Define, para um periodo de quatro anos, o que o sistema de saúde local precisa enfrentar, o que pretende alcancar e como vai acompanhar os resultados.

O PMS 2026-2029 deve ser compatível com o Plano Plurianual (PPA) do mesmo periodo e aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde antes de sua vigência.

2. Estrutura do PMS

O PMS possui três componentes obrigatórios, definidos no art. 96 da PC GM/MS 1/2017:

1
ASIS
"Onde estamos?"
2
DOMI
"Onde queremos chegar?"
3
Monitoramento
"Como vamos acompanhar?"

Alem desses, o PMS inclui seções complementares de governança, compatibilização orçamentária e exigências formais de publicação.

3. Análise de Situação de Saúde (ASIS)

O que e

A ASIS é o diagnóstico do território. Reúne dados e análises sobre as condições de saúde da população, a estrutura do sistema, os recursos disponíveis e os problemas que precisam ser enfrentados. Todo o restante do PMS decorre dela: sem ASIS consistente, não há como definir prioridades nem metas.

Os oito temas do Mapa da Saúde

TemaO que descreve
Condições sociossanitáriasDemografia (faixa etária, sexo, raça/cor), escolaridade, saneamento, renda, mortalidade infantil e materna, doenças negligenciadas
Perfil epidemiológicoMorbidade (doenças e agravos mais frequentes), mortalidade por causas, séries históricas, internações por condições sensíveis a APS
Estrutura do sistemaOrganograma da SMS, estabelecimentos, serviços, equipamentos, cobertura de equipes (eSF, eSB, ACS)
Redes de atenção à saúdeConfiguração da RAS, linhas de cuidado (Rede Alyne, RAPS, Urgencia, Doenças Crônicas), referência regional
Fluxos de acessoComo a população acessa os serviços: distâncias, tempo de espera, evasão e invasão de pacientes, regulação
Recursos financeirosReceitas e despesas em saude, aplicação mínima (EC 29/LC 141), execução orçamentária por subfunção, transferências
Gestão do trabalhoQuantitativo de profissionais, vínculos, condições de trabalho, educação permanente, suficiência da força de trabalho
Ciência, tecnologia e inovaçãoTelessaude, prontuário eletrônico, ferramentas digitais, parcerias com instituições de ensino e pesquisa

Fontes de dados

Os dados da ASIS vêm de sistemas oficiais: IBGE (Censo, PNAD, Cidades), SIM, SINASC, SINAN, CNES, SISAB, SIA/SUS, SIH/SUS, SIOPS, e-Gestor, DATASUS/TabNet, CadUnico, painéis Conass/Conasems, além de dados internos da SMS e do RAG do ciclo anterior.

Produto da ASIS Ao final da análise, a ASIS deve produzir uma lista de problemas identificados, que servirá de insumo para a priorização e o DOMI. Sem problemas claramente identificados, o PMS não tem o que resolver.

4. Ferramentas de decisão

Entre a ASIS e o DOMI existe uma etapa fundamental: transformar a lista de problemas identificados em prioridades organizadas. Para isso, o PMS utiliza ferramentas de decisao.

F
Análise SWOT / FOFA
Avaliar o ambiente interno e externo do sistema de saúde local.
Fatores positivosFatores negativos
Ambiente interno
(o que a SMS controla)
Forças: equipes qualificadas, boa cobertura de APS, CAPS funcionando Fraquezas: deficit de profissionais, estrutura precária, sistemas desatualizados
Ambiente externo
(o que a SMS não controla)
Oportunidades: novas emendas, programa estadual de expansao, convenio com universidade Ameaças: corte de repasses, epidemia, migração populacional
Quando usar: No início da análise, para situar a SMS no contexto e identificar fatores que influenciam os problemas de saúde.
G
Matriz GUT (Gravidade, Urgência, Tendência)
Priorizar problemas de forma objetiva, atribuindo pontuação a cada um.

Cada problema identificado na ASIS recebe nota de 1 a 5 em três critérios:

NotaGravidadeUrgenciaTendencia
5Extremamente graveAção imediataVai piorar rapidamente
4Muito graveAção urgenteVai piorar em curto prazo
3GraveAção no médio prazoVai permanecer
2Pouco gravePode aguardarVai melhorar em longo prazo
1Sem gravidadeSem pressaVai desaparecer
Cálculo: G x U x T = Score final Quanto maior o score, maior a prioridade.

Exemplo prático:

ProblemaGUTScore
Mortalidade infantil acima da média estadual554100
Cobertura vacinal abaixo de 75%455100
Falta de regulação de consultas especializadas44464
Ausência de CAPS no município43336
Quando usar: Após a listagem de problemas da ASIS, para definir quais problemas receberão diretrizes e metas no DOMI.
A
Árvore de Problemas
Mapear causas e consequências de um problema priorizado, identificando onde intervir.
Consequências (indicadores de impacto)
Alta mortalidade infantil
Internações evitáveis em <1 ano
Problema central (diretriz)
Assistência pré-natal insuficiente
Causas-raiz (objetivos e metas)
Déficit de profissionais na APS
Busca ativa inexistente
Exames de rotina sem oferta regular
Quando usar: Após a priorização GUT, para aprofundar os problemas mais criticos antes de formular o DOMI.
C
Matriz de Coerência
Alinhar três fontes de direcionamento que devem convergir no PMS.
Deliberações da ConferênciaProblemas priorizados na ASISCompromissos do Plano de Governo
"Ampliar o acesso a saúde mental" CAPS inexistente; demanda reprimida em saúde mental "Implantar CAPS I no municipio"
"Fortalecer a atenção básica" Cobertura de eSF em 68%, abaixo do minimo "Ampliar equipes de saúde da família"
Quando usar: Antes de redigir o DOMI, para garantir que as diretrizes respondem simultaneamente a conferência, à evidência e ao programa de governo. Isso dá legitimidade política, técnica e social ao PMS.

5. Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores (DOMI)

O que e

O DOMI é o coração do PMS. Traduz os problemas identificados na ASIS em compromissos mensuráveis para os quatro anos de vigência do plano.

Estrutura hierarquica

Diretriz - escolha estratégica e prioritária
↳ Objetivo - resultado desejado
↳ Meta - medida de alcance do objetivo
↳ Indicador - metrica de acompanhamento

O que e cada elemento

Diretriz: Escolha estratégica e prioritária que orienta a política de saúde. Nasce das deliberações da Conferência de Saúde, dos problemas priorizados na ASIS e dos compromissos de governo. Cada diretriz deve ter um texto explicativo que justifique sua inclusão.

Objetivo: Resultado que se deseja alcançar ao final do período. Responde à pergunta "o que queremos?".

Meta: Expressão quantitativa do objetivo. Deve ser formulada com critérios SMART - acrônimo que, em inglês, significa "inteligente" e representa cinco atributos que toda meta bem formulada deve ter:

S
Específica
Clara e detalhada
M
Mensurável
Com indicador e unidade
A
Alcançável
Compatível com a capacidade
R
Relevante
Vinculada ao objetivo
T
Temporal
Valores anualizados

Indicador: Métrica que permite acompanhar a meta. Deve ser diferente do texto da meta. O DGMP exige um indicador por meta.

Exemplo completo

ElementoConteudo
Problema (ASIS)Óbitos por arboviroses em tendência de alta
DiretrizRedução de riscos e agravos à saúde por meio da vigilância, promoção e prevenção
ObjetivoReduzir a ocorrência de doenças e agravos preveníveis e controláveis
MetaReduzir óbitos por arboviroses (dengue, chikungunya, zika, febre amarela) para menos de 3 por ano ate 2029
IndicadorNúmero de óbitos por arboviroses/ano
Anualização2026: <8  /  2027: <6  /  2028: <4  /  2029: <3

Cuidados na formulacao

Quantidade ideal de metas: 40 a 80 Mais que isso dificulta o monitoramento quadrimestral real. Metas de resultado (impacto na saúde) devem ser prioritárias sobre metas de processo (atividade administrativa). Se mais de 50% forem de processo, revisar. Toda meta precisa ter valores para cada ano (2026-2029).

6. Monitoramento e Avaliação

O que e

O Monitoramento e Avaliação é a seção que define como o município vai acompanhar a execução do PMS. Sem ela, o plano é uma carta de intenções.

Diferença entre monitorar e avaliar

MonitoramentoAvaliacao
O que fazAcompanha se as ações estão sendo executadas conforme planejadoJulga o valor dos resultados e propõe redirecionamentos
FrequenciaContínuo (mensal, quadrimestral)Periódico (anual)
InstrumentoRDQARAG
Pergunta"Estamos fazendo o que planejamos?""O que fizemos gerou os resultados esperados?"

Ciclo dos instrumentos

PMS (4 anos)
↳ PAS (anual) - operacionaliza as metas do PMS para cada exercício
↳ RDQA (quadrimestral) - monitora a execução da PAS
↳ RAG (anual) - avalia os resultados do exercício
↳ retroalimenta o próximo ciclo PAS ou novo PMS

Cinco perguntas que o Monitoramento e Avaliação deve responder

  1. Como será feito o monitoramento? Reuniões mensais? Oficinas quadrimestrais? Painéis de indicadores?
  2. Que instrumentos serão utilizados? Planilhas, fichas de indicadores, painéis digitais?
  3. O controle social participa? O Conselho analisa o RDQA? Emite parecer conclusivo sobre o RAG?
  4. Quem é responsável? Existe grupo de trabalho de monitoramento? Quem coordena?
  5. O que será feito com os resultados? Como os achados retroalimentam o planejamento?

7. Plano de Ação - 5W2H

O que é

O 5W2H é uma ferramenta de planejamento que transforma cada ação da Programação Anual de Saúde (PAS) em um plano de execução claro e monitorável. O nome vem das iniciais de sete perguntas fundamentais - cinco em inglês começando com W e duas com H - que, quando respondidas, eliminam ambiguidades sobre o que precisa ser feito.

Por que usar na PAS? Uma ação programada sem plano de ação é uma intenção. Com o 5W2H, cada ação se torna um compromisso verificável: sabe-se o que será feito, por quem, até quando, onde, como, por que e com que recurso. Isso viabiliza o acompanhamento quadrimestral via RDQA e a avaliação anual via RAG.

As sete perguntas

What
O quê?
Descrição clara da ação a ser executada.
Why
Por quê?
Justificativa: qual meta do PMS esta ação atende.
Who
Quem?
Responsável pela execução (pessoa ou setor).
When
Quando?
Prazo e quadrimestre de execução.
Where
Onde?
Local ou unidade de execução (UBS, hospital, território).
How
Como?
Método ou estratégia de execução.
How much
Quanto?
Recurso financeiro previsto e fonte.

Exemplo prático

Ação da PAS vinculada à Diretriz 1 (Atenção Primária):

PerguntaResposta
O quê?Implantar busca ativa de gestantes para início do pré-natal no 1o trimestre
Por quê?Meta 1.1.7 do PMS: aumentar cobertura de pré-natal com 7+ consultas de 39,7% para 55%
Quem?Coordenação de Atenção Primária e ACS de cada equipe eSF
Quando?1o quadrimestre de 2026 (janeiro a abril)
Onde?Todas as 18 UBS do município, com prioridade nas áreas de maior vulnerabilidade
Como?Cruzamento mensal entre nascidos vivos (SINASC) e cadastros de gestantes no e-SUS; visita domiciliar pelos ACS às gestantes identificadas sem registro de pré-natal
Quanto?Sem custo adicional - ação incorporada à rotina das equipes. Material educativo: R$ 2.000,00 (recurso próprio)

Campos mínimos obrigatórios

Para que um plano de ação seja considerado completo no checklist da PAS, é necessário preencher ao menos quatro campos:

O quê
Ação descrita
Quem
Responsável definido
Quando
Prazo estabelecido
Como
Método definido

Os demais campos (por quê, onde, quanto) complementam o plano e são recomendados, mas a ausência deles não impede a validação.

Como o 5W2H se conecta ao ciclo de monitoramento

PMS define a meta (o que alcançar em 4 anos)
↳ PAS programa a ação (o que fazer no ano)
↳ 5W2H detalha a execução (quem, quando, onde, como, quanto)
↳ RDQA verifica: a ação foi executada conforme o plano?
↳ RAG avalia: os resultados justificam manter ou redirecionar?
Dica prática Elabore o 5W2H junto com a equipe responsável pela ação, não apenas no gabinete da gestão. O plano fica mais realista e o compromisso de execução mais forte.

8. Governança e controle social

Quem participa da elaboração do PMS

AtorPapel
Conferência Municipal de SaúdeDefine as diretrizes que orientam o PMS. As propostas aprovadas na conferência são o ponto de partida.
Conselho Municipal de Saúde (CMS)Aprova as diretrizes do PMS (por resolução), avalia e aprova o plano completo, acompanha a execucao via RDQA e emite parecer conclusivo sobre o RAG.
Secretário(a) Municipal de SaúdeCoordena a elaboração, submete ao CMS, é responsável pela execução.
Grupo de Trabalho (GT)Equipe técnica designada por portaria para elaborar o PMS. Inclui coordenadores de programas, técnicos da SMS e representantes do controle social.

Composição e paridade do CMS

Conforme Lei 8.142/1990 e Resolucao CNS 453/2012, o CMS deve ter composição paritária:

50%
Usuários
25%
Trabalhadores
25%
Gestores e prestadores

O PMS deve registrar a composição do conselho, o ato legal de criação/renovação e a lista de conselheiros por segmento.

9. Compatibilização orçamentária

O PMS não existe isolado do orçamento público. Suas metas devem estar compatíveis com os instrumentos de planejamento governamental:

InstrumentoPeriodoRelacao com o PMS
PPA (Plano Plurianual)4 anosO PMS alimenta o PPA. As diretrizes e metas de saúde devem constar no PPA.
LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias)AnualDefine prioridades para o exercício. A PAS deve ser compatível com a LDO.
LOA (Lei Orçamentária Anual)AnualEstima receitas e fixa despesas. Os recursos para executar a PAS devem estar na LOA.
Aplicação mínima em saúde A LC 141/2012 determina que municípios devem aplicar no mínimo 15% das receitas de impostos e transferências constitucionais em ações e serviços públicos de saúde (ASPS). O SIOPS registra e acompanha essa aplicação.

10. Como as peças se conectam

O planejamento do SUS é um ciclo contínuo. Cada instrumento alimenta o seguinte:

1
Conferência de Saúde
Delibera diretrizes com participação social
2
ASIS (diagnóstico)
Identifica problemas com base em dados e evidências
3
Priorizacao (GUT, FOFA, Árvore de Problemas)
Seleciona os problemas mais críticos para enfrentamento
4
Matriz de Coerência
Alinha conferência + ASIS + plano de governo
5
DOMI (diretrizes, objetivos, metas, indicadores)
Define compromissos mensuráveis para 4 anos
6
PMS aprovado pelo CMS
Legitimado pelo controle social, orienta a gestão
PAS (anual)
Operacionaliza as metas com ações e orçamento
PPA / LDO / LOA
Compatibilização orçamentária governamental
7
RDQA (quadrimestral)
Monitora a execução e identifica desvios
8
RAG (anual)
Avalia resultados e propõe redirecionamentos
Retroalimenta o próximo ciclo
Próxima PAS ou novo PMS

Calendário de referência

InstrumentoPeriodicidadePrazo de entrega
PMSQuadrienal1o ano do mandato, antes do PPA
PASAnualAntes da submissão da LDO
RDQAQuadrimestral1o quad.: ate 31/mai  |  2o quad.: ate 30/set  |  3o quad.: ate 28/fev
RAGAnualAté 30 de março do ano seguinte

11. Publicação no DGMP

O PMS, a PAS e o RAG devem ser registrados no DGMP (DigiSUS Gestor - Modulo Planejamento), plataforma oficial do Ministério da Saúde para instrumentos de gestao.

12. Políticas nacionais obrigatórias no ciclo 2026-2029

O PMS deve contemplar, no mínimo, as seguintes políticas e obrigações legais:

Política / ObrigaçãoReferência legal
Rede Alyne (atenção materno-infantil)Portaria GM/MS 5.350/2024 (substitui Rede Cegonha)
RAPS (saúde mental)Lei 10.216/2001, Portaria 3.088/2011
Prevenção do suicídio e automutilaçãoLei 13.819/2019, notificação compulsória
Tratamento oncológico em 30 diasLei 12.732/2012
Políticas de equidade (população negra, LGBTQIA+, indígena, quilombola, ribeirinha, rua, PcD, privados de liberdade)Portarias especificas por segmento
Regulação do acessoPC 1/2017, Decreto 7.508/2011
Programa Saúde na Escola (PSE)Decreto 6.286/2007
Auditoria DENASUSIncorporar recomendações pendentes de auditorias anteriores

13. Glossário

5W2H
What, Why, Who, When, Where, How, How much (ferramenta de plano de ação)
ACS
Agente Comunitário de Saúde
APS
Atenção Primária à Saúde
ASIS
Análise de Situação de Saúde
ASPS
Ações e Serviços Públicos de Saúde
CAPS
Centro de Atenção Psicossocial
CIB
Comissão Intergestores Bipartite (estado)
CIR
Comissão Intergestores Regional
CIT
Comissão Intergestores Tripartite (nacional)
CMS
Conselho Municipal de Saúde
CNES
Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde
CONASEMS
Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde
CONASS
Conselho Nacional de Secretários de Saúde
DENASUS
Departamento Nacional de Auditoria do SUS
DGMP
DigiSUS Gestor - Modulo Planejamento
DOMI
Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores
eSB
Equipe de Saúde Bucal
eSF
Equipe de Saúde da Família
FOFA
Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças (SWOT)
GT
Grupo de Trabalho
GUT
Gravidade, Urgencia, Tendencia
ICSAB
Internações por Condições Sensíveis à Atenção Básica
LDO
Lei de Diretrizes Orçamentárias
LOA
Lei Orçamentária Anual
PAS
Programação Anual de Saúde
PMS
Plano Municipal de Saude
PPA
Plano Plurianual
PSE
Programa Saúde na Escola
RAG
Relatório Anual de Gestão
RAPS
Rede de Atenção Psicossocial
RAS
Rede de Atenção à Saúde
RDQA
Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior
Rede Alyne
Rede Materno Infantil (Portaria GM/MS 5.350/2024)
SIOPS
Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde
SISAB
Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica
SMART
Specific, Measurable, Achievable, Relevant, Temporal
SMS
Secretaria Municipal de Saúde
SUS
Sistema Único de Saúde
Assessoramento Akapu Saúde